Águas de Março é um clássico, né? Mas a história por trás dela, da criação, é bem curiosa.

Tom Jobim tava construindo a casa e queria mudar o projeto. Deu treta e atrasou, aí veio a chuva de março.

No meio do som da água e da espera, ele pegou um “papel de pão” e rabiscou a canção.

Essa letra é um retrato da chuva, da solidão, da vida que rola na obra. Bem real, sabe?

Com Elis Regina, a música virou um hino. Até elegeram como a melhor canção brasileira de todos os tempos.

Quer ver os rascunhos e o que mais Tom Jobim revelou sobre essa obra? Clica aí no artigo!

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