A obra de Beatriz Milhazes é um verdadeiro festival de cores e formas geométricas.
Ela não produz mais do que sete telas por ano, tudo muito bem planejado.
A cor é fundamental para Beatriz, ela diz que sem ela a imagem não acontece.
Em 2002, ela introduziu a listra em sua obra, uma forma de intensidade e movimento.
Beatriz participou da Bienal de Veneza em 2003 e deu início ao seu reconhecimento internacional.
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