Gustave Courbet, o pai do Realismo, começou pintando autorretratos.

Com os olhos bem abertos, ele olha direto para você e arranca os cabelos.

A abordagem romântica do retrato da época se preocupava em expressar estados emocionais e psicológicos.

Mas Courbet não era um pintor romântico, ele era ousado, astuto, radical, ambicioso e determinado.

Ele queria desafiar gêneros de pintura estabelecidos e mudar o curso da história da arte.

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