Lygia Clark: uma artista que desafiou as barreiras entre arte e vida.
Em 1972, foi convidada a ministrar um curso em Paris, explorando experiências sensoriais coletivas.
A artista passou por crises psicológicas e sexuais, fez psicanálise e estabeleceu uma prática como terapeuta e curandeira.
Lygia Clark desenvolveu um método terapêutico chamado Estruturação do Selfe, que envolvia a aplicação de objetos relacionais nos corpos de seus pacientes.
A Fita de Moebius, objeto que exerceu fascínio para a artista, é uma linha não funcional que existe como uma ação e não como um objeto físico.
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