Édouard Manet, um dos pais da arte moderna, deixou para nós um legado fascinante.

Seu Selbstporträt (1879) é uma das poucas obras diretas que mostram a essência do artista.

Mas há um segredo escondido em seu Selbstporträt: um antigo retrato de sua esposa Suzanne Leenhoff Manet.

O Absinthtrinker (1858-59) foi o primeiro trabalho de Manet que ele apresentou ao Salon de Paris.

Mas o que chamou a atenção foi a rejeição da obra pela júri do Salon, exceto por uma única voz, a de Eugène Delacroix.

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