Giorgio de Chirico, artista italiano, cria uma obra-prima que mistura realidade e fantasia.

Em 1911, ele se encontra com os círculos das vanguardas em Paris, mas mantém sua cultura de origem, a Grécia Antiga.

Heitor e Andrómaca, personagens do mito, são representados sem rostos, como manequins, em uma atmosfera mágica e surrealista.

O decor é desertificado, os espaços arquitetônicos são inabitáveis e a perspectiva não é consistente com o resto do decor.

Heitor et Andromaque é um exemplo perfeito da capacidade de De Chirico de criar um mundo paralelo, onde a realidade e a fantasia se misturam.

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