Edvard Munch, o pai do expressionismo, criou uma das obras mais icônicas da arte moderna.

Le Cri, essa obra-prima, retrata uma figura andrógina, gritando de desespero, diante de um céu vermelho sangue.

A obra fratura por sua intensidade emocional, capturando a angústia e o desespero existencial que Munch sentia diante da modernidade.

Inspirado na erupção do vulcão Krakatoa, Munch viu Le Cri como um 'grito immense e infinito da natureza'.

A inscrição oculta de Munch, 'Cela ne pouvait avoir été peint que par un fou', revela a angústia do artista diante das críticas que questionavam sua saúde mental.

Le Cri não é apenas uma obra de arte, mas uma defesa da sanidade do artista, preservada atrás de uma clôture que distorce a realidade.

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