“Saudade”, do Almeida Júnior, é uma pintura de 1899 que fala direto com a gente. Melancolia pura.

Uma mulher solitária, presa em pensamentos, segura uma carta ou foto. A tristeza dela é universal, né?

Cabeça baixa, lágrimas escorrendo, e um xale pra abafar o choro. Dá pra sentir a dor dela.

E aquele chapéu de palha na parede? Muitos veem ali uma pista do marido que se foi.

A luz entra pela janela, num ambiente rural simples. Tudo harmoniza com a solidão e a saudade.

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