Em 1830, Delacroix mandou ver nesse quadro. Virou ícone das revoluções e da luta do povo por igualdade.
Pensa só: a obra chocou realistas e revolucionários. O Estado até comprou, mas devolveu. Que treta!
A Liberdade é uma mulher do povo. Tem pelo na axila, usa fuzil e não flutua. Tá ali na lama, lutando.
E os cadáveres? São guardas do rei, mas também vizinhos. Ah, e tem um sem calças, humilhado na batalha.
Por um tempão, a obra ficou escondida. Mas em 1874, o Louvre comprou e expôs com toda a honra.
Essa pintura tem muito mais por trás das pinceladas. Clica e saca a história completa!
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