Pintura a óleo retratando o artista Alberto da Veiga Guignard em estúdio, com quadros e ferramentas de pintura ao redor.
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Alberto da Veiga Guignard: Biografia e Obra: Análise da Técnica e Grandes Obras

A

Arthur

Curadoria Histórica

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Alberto da Veiga Guignard foi um artista brasileiro que deixou uma marca indelével na história da arte nacional.

Com uma formação clássica e uma vivência profunda dos movimentos modernos da arte européia, Guignard adquiriu e aprimorou um estilo próprio e inconfundível em seus desenhos, traçados e pinturas.

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Ele foi um grande retratista, e seu acervo não foi catalogado, mas estima-se que ele tenha pintado mais de 700 retratos e mais de 2.000 obras em sua carreira.

Guignard também foi um pintor compulsivo, como Portinari, pintava o tempo todo, e suas obras são caracterizadas por um lirismo único em nossa modernidade.

Ele pintou paisagens que parecem flutuar, como se a arte flagrasse o momento em que as coisas surgem, antes mesmo de encontrarem seu lugar definitivo na pintura.

Além disso, Guignard também pintou obras que apresentam um estilo único, como Os Noivos e Festa em Família, repletas de arabescos e outros motivos.

A Execução de Tiradentes

Obra encomendada a Guignard pelo então Presidente da República na época, Juscelino Kubitschek.

A obra apresenta o estilo único do mestre, apresentando suas paisagens imaginantes no fundo dessa cena histórica onde levou a morte por enforcamento, Joaquim José da Silva Xavier que era conhecido como Tiradentes

No final de sua carreira, Guignard pinta as "paisagens imaginantes".

Nelas, sua palheta volta-se para um cinza esbranquiçado onde tudo parece estar em suspensão, sem solo ou pontos de apoio firmes.

Não há caminhos, acidentes geográficos nem distâncias.

Alberto da Veiga Guignard e sua obra:

Pintura de Guignard quando ele tinha 12 anos, de 1908

Guignard, sem deixar de ser um artista de seu tempo é dono de uma técnica peculiar.

De formação clássica, mas com uma vivência profunda e pessoal dos movimentos modernos da arte européia dos anos em que lá estudou, adquiriu e aprimorou um estilo próprio e inconfundível em seus desenhos, traçados e pinturas, que desde o início de seu restabelecimento no Brasil no ano de 1929 o tornaram conhecido e invejado no meio artístico e acadêmico.

Guignard foi um grande retratista.

Ate hoje seu acervo não foi catalogado mas estima-se mais de 700 retratos e um total de mais de 2.000 obras.

Ele era um pintor compulsivo, como Portinari, pintava o tempo todo.

Em seus autorretratos, não deixa de evidenciar o defeito congênito que acabou aceitando e convivendo com isso, o lábio leporino.

Autorretrato, Guignard (1940) [Coleção Museu Nacional de Belas Artes RJ]

A Execução de Tiradentes - Obra encomendada a Guignard pelo então Presidente da República na época, Juscelino Kubitschek.

A obra apresenta o estilo único do mestre, apresentando suas paisagens imaginantes no fundo dessa cena histórica onde levou a morte por enforcamento, Joaquim José da Silva Xavier que era conhecido como Tiradentes

Alberto da Veiga Guignard - A execução de tiradentes
A Execução de Tiradentes. 1961. Óleo sobre Madeira (60 x 80cm) - Coleção particular

No final de sua carreira, Guignard pinta as "paisagens imaginantes".

Nelas, sua palheta volta-se para um cinza esbranquiçado onde tudo parece estar em suspensão, sem solo ou pontos de apoio firmes.

Não há caminhos, acidentes geográficos nem distâncias.

Alberto da Veiga Guignard - Fantasia de Minas
Fantasia de Minas (paisagem imaginante). Alberto da Veiga Guignard (1955)

A Execução de Tiradentes - Obra encomendada a Guignard pelo então Presidente da República na época, Juscelino Kubitschek.

A obra apresenta o estilo único do mestre, apresentando suas paisagens imaginantes no fundo dessa cena histórica onde levou a morte por enforcamento, Joaquim José da Silva Xavier que era conhecido como Tiradentes

Festa em Família. 1951

Encontramos na obra de Guignard um lirismo único em nossa modernidade.

Suas paisagens que muitas vezes parecem flutuar, como se a arte flagrasse o momento em que as coisas surgem, antes mesmo de encontrarem seu lugar definitivo na pintura.

Alberto da Veiga Guignard - Paisagem
Paisagem. Alberto da Veiga Guignard. 1947

Além disso, Guignard também pintou obras que apresentam um estilo único, como Os Noivos e Festa em Família, repletas de arabescos e outros motivos.

Os Noivos. Alberto da Veiga Guignard. 1927

Os Noivos. Alberto da Veiga Guignard. 1927

Guignard foi um grande retratista.

Ate hoje seu acervo não foi catalogado mas estima-se mais de 700 retratos e um total de mais de 2.000 obras.

Ele era um pintor compulsivo, como Portinari, pintava o tempo todo.

Em seus autorretratos, não deixa de evidenciar o defeito congênito que acabou aceitando e convivendo com isso, o lábio leporino.

Autorretrato, Guignard (1940) [Coleção Museu Nacional de Belas Artes RJ]

A Execução de Tiradentes - Obra encomendada a Guignard pelo então Presidente da República na época, Juscelino Kubitschek.

A obra apresenta o estilo único do mestre, apresentando suas paisagens imaginantes no fundo dessa cena histórica onde levou a morte por enforcamento, Joaquim José da Silva Xavier que era conhecido como Tiradentes

Alberto da Veiga Guignard - A execução de tiradentes
A Execução de Tiradentes. 1961. Óleo sobre Madeira (60 x 80cm) - Coleção particular

No final de sua carreira, Guignard pinta as "paisagens imaginantes".

Nelas, sua palheta volta-se para um cinza esbranquiçado onde tudo parece estar em suspensão, sem solo ou pontos de apoio firmes.

Não há caminhos, acidentes geográficos nem distâncias.

Alberto da Veiga Guignard - Fantasia de Minas
Fantasia de Minas (paisagem imaginante). Alberto da Veiga Guignard (1955)

Encontramos na obra de Guignard um lirismo único em nossa modernidade.

Suas paisagens que muitas vezes parecem flutuar, como se a arte flagrasse o momento em que as coisas surgem, antes mesmo de encontrarem seu lugar definitivo na pintura.

Alberto da Veiga Guignard - Paisagem
Paisagem. Alberto da Veiga Guignard. 1947

Além disso, Guignard também pintou obras que apresentam um estilo único, como Os Noivos e Festa em Família, repletas de arabescos e outros motivos.

Os Noivos. Alberto da Veiga Guignard. 1927

Os Noivos. Alberto da Veiga Guignard. 1927

Guignard foi um grande retratista.

Ate hoje seu acervo não foi catalogado mas estima-se mais de 700 retratos e um total de mais de 2.000 obras.

Ele era um pintor compulsivo, como Portinari, pintava o tempo todo.

Em seus autorretratos, não deixa de evidenciar o defeito congênito que acabou aceitando e convivendo com isso, o lábio leporino.

Autorretrato, Guignard (1940) [Coleção Museu Nacional de Belas Artes RJ]

A Execução de Tiradentes - Obra encomendada a Guignard pelo então Presidente da República na época, Juscelino Kubitschek.

A obra apresenta o estilo único do mestre, apresentando suas paisagens imaginantes no fundo dessa cena histórica onde levou a morte por enforcamento, Joaquim José da Silva Xavier que era conhecido como Tiradentes

Alberto da Veiga Guignard - A execução de tiradentes
A Execução de Tiradentes. 1961. Óleo sobre Madeira (60 x 80cm) - Coleção particular

No final de sua carreira, Guignard pinta as "paisagens imaginantes".

Nelas, sua palheta volta-se para um cinza esbranquiçado onde tudo parece estar em suspensão, sem solo ou pontos de apoio firmes.

Não há caminhos, acidentes geográficos nem distâncias.

Alberto da Veiga Guignard - Fantasia de Minas
Fantasia de Minas (paisagem imaginante). Alberto da Veiga Guignard (1955)

Encontramos na obra de Guignard um lirismo único em nossa modernidade.

Suas paisagens que muitas vezes parecem flutuar, como se a arte flagrasse o momento em que as coisas surgem, antes mesmo de encontrarem seu lugar definitivo na pintura.

Alberto da Veiga Guignard - Paisagem
Paisagem. Alberto da Veiga Guignard. 1947

Além disso, Guignard também pintou obras que apresentam um estilo único, como Os Noivos e Festa em Família, repletas de arabescos e outros motivos.

Os Noivos. Alberto da Veiga Guignard. 1927

Os Noivos. Alberto da Veiga Guignard. 1927
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