Pintura cubista a óleo de Georges Braque, mostrando fragmentos de naturezas-mortas em tons de azul e cinza, com linhas geométricas.
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Biografia de Georges Braque e suas principais obras: Galeria Comentada e Legado

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Arthur

Curadoria Histórica

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"O quadro só está acabado quando apagou a ideia". - Georges Braque

O Porto de Antuérpia - Na primavera de 1906, Braque adere ao fauvismo e descobre, com os pintores dessa escola, a embriaguez do tom puro e da orquestração violenta. Na Antuérpia, nascem as suas primeiras criações. Ele obtém a vibração luminosa por meio de rápidas pinceladas coloridas.

O Porto de Antuérpia. Georges Braque. 1906

Casas em Estaque - As pinturas de Braque feitas no verão de 1908 em L'Estaque são consideradas as primeiras pinturas cubistas. Essas simples pinturas de paisagens mostravam a determinação do artista em quebrar as imagens em partes dissecadas. A paleta marrom e verde aqui também prevê uma paleta que Braque empregou em muitas pinturas futuras.

Casas em Estaque. Georges Braque. 1908 - Óleo sobre tela (73 x 60 cm) - Localização: Museu de Arte de Berna

Violino e Cachimbo - Aqui Braque e Picasso começam a entrar em cena um outro método: o de associar à pintura a arte da colagem. Para eles esse recurso passou a ser um meio pictórico que o levaram a um rigor quase musical, cujo ponto culminante seria a célebre Aria de Bach.

Violino e Cachimbo. Georges Braque. 1913 (giz, carvão, colagem, papel 74 x 106 cm) - Localização:  Georges Pompidou Center, Paris

Aria de Bach - A partir desta obra, Braque deixa a fase hermética do cubismo. O papel imitando madeira e os retângulos pretos, que criam o espaço, dão a esta colagem uma rara liberdade de composição onde podemos observar de forma muito expressiva, os contornos quase invisíveis de um violão.

Aria de Bach. Georges Braque. 1913 - (carvão, colagem, lápis, papelão 62 x 46 cm)

Natureza morta com "Le Jour" - O conjunto de natureza morta colocado sobre a mesa, parece quase comprimido. Sobre o jornal "Le Jour, temos uma faca que foi tirada da gaveta que ainda está aberta. Observamos a parede com seu revestimento de madeira e papel colado valorizando a bela composição.

Natureza morta com Le Jour. Georges Braque. 1929 - Óleo sobre tela (115 x 146.7 cm)

Balaústre e guindaste - Esta obra prevê uma série de naturezas mortas, nas quais objetos simbolizam agonia ou miséria mental. Ele pintou crânios repetidamente após seu retorno da guerra e durante o início da Segunda Guerra Mundial. Aqui, ele utilizou uma variedade de cores brilhantes para representar reações emocionais ao desconforto político que sentiu com a guerra.

Balaústre e guindaste. Georges Braque. 1938
Natureza morta com flores. Georges Braque. 1945
Os Pássaros. Georges Braque. 1953
Amarílis. Georges Braque. 1958 - Gravura (53.7 x 45.7 cm)
O arado metálico. Georges Braque. 1962
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